ALEISTER
CROWLEY - ALGUMAS REFERÊNCIAS - III
Aleister Crowley jamais foi uma criatura
do tipo usual... Na verdade, ele acabou criando seu próprio sistema de magia, ao qual
chamava “magick”, para diferenciá-lo dos outros sistemas.Em
sua base ocultista “Magick”, ele incorporou quatro componentes
básicos:
O primeiro deles, limitava-se às práticas aprendidas na Golden
Dawn, as quais aceitava sem maiores restrições.
A estas, ele acrescentou práticas orientais ocultas (ioga inclusive),
que aprendera em suas viagens ao China, Índia e Ceilão.
Entretanto, a magia sexual, com todos os seus comemorativos, incluindo a
adoração fálica, foi adotada através do sistema
dos Templários Orientais, fraternidade de origem alemã, já referida
na página anterior. Na verdade, estas práticas não devem
ser tomadas fora do seu contexto original, pois a magia sexual pretende transformar
a energia sexual, orgástica, numa espécie de “dínamo”,
capaz de facilitar trabalhos ou experiências “magickas” e
místicas. Parece que esta Ordem teria buscado seus conhecimentos sobre
magia sexual em certas seitas heterodoxas sufistas ou alguma escola tântrica
de Bengali.
Inicialmente, acredita-se que ele
considerasse a “Mysteria Mystica
Máxima (nome do ramo britânico da seita) como simples apoio à sua
A. A., a “Astrum Argentinum”. Com o tempo, porém, passou
a preferir a magia sexual dos “Templários Orientais” e
pouco a pouco abandonou a magia ritual.
O último item do seu sistema é o elo de ligação
entre as outras práticas. Trata-se da “Lei de Thelema”,
uma nova religião de “força e fogo”, baseada no “Livro
da Lei”, um poema em prosa dividido em três capítulos
(possui trechos lindíssimos) que, segundo Crowley, lhe teria sido “ditado“ por
uma entidade chamada “Aiwass”.
Saiba um pouquinho mais, seguindo em FRENTE
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